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Aos 70 anos, PSB mantém unidade e coerência com seus princípios ideológicos, afirma Carlos Siqueira

Aos 70 anos, PSB mantém unidade e coerência com seus princípios ideológicos, afirma Carlos Siqueira

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse nesta quinta-feira (10), durante a abertura do seminário “Os desafios da esquerda democrática no Brasil e no mundo”, que as dificuldades enfrentadas pelo PSB ao longo de sua história não impediram o partido de se manter unido e coerente com seus princípios de fundação.

“O PSB não está dividido, como dizem alguns, é uma dissidência que não concorda com as questões essenciais. Esse partido pode perder tudo, menos a sua ideologia, o seu ideário e o seu programa, porque a militância, aqueles que são verdadeiramente socialistas, não permitirão, nem agora nem no futuro”, afirmou.

O evento reuniu em Brasília lideranças nacionais do PSB e filiados de todo o país pela passagem dos 70 anos de fundação completados no dia 6 de agosto.

Diante de centenas de partidários, Siqueira lembrou que o PSB foi o terceiro partido mais votado nas últimas eleições municipais, em 2016, e que sua existência se justifica “na luta que os conservadores não podem lutar”. “Eles [os conservadores] lutam pela manutenção do status quo, e nós pelas transformações sociais. Como dizia Miguel Arraes, o partido tem que ter objetivo, é necessário criar políticas que gerem o bem-estar da população”, ressaltou.

O presidente do PSB destacou a contribuição dos movimentos sociais nas deliberações do partido e a importância deles para a construção de políticas estruturais que atendam a necessidade dos mais pobres. “Todos os movimentos sociais têm assento na Executiva Nacional. Os movimentos têm dado uma grande contribuição ao nosso partido, porque o PSB não pode ter apenas representantes do parlamento embora estes sejam importantíssimos”, disse.

“O PSB precisa, sobretudo, de representantes dos movimentos sociais. Porque no dia em que nós chegarmos ao poder nacional, teremos que fazer mudanças estruturais. Nós não passaremos pelo Palácio do Planalto sem fazer mudanças estruturais”, garantiu.

Na opinião de Siqueira, os políticos e os partidos que apoiam as reformas trabalhista e da Previdência estão “divorciados do povo” porque “querem destruir” as principais conquistas sociais da Constituição de 1988.

Para o socialista, as reformas do governo Michel Temer servirão apenas para “resolver o problema das elites”. “Essa reforma foi feita para diminuir a massa salarial e aumentar o lucro dos empresários. O mundo do trabalho precisa se atualizar, mas não se deve deteriorar aquilo que foi uma grande conquista do governo Vargas”.

Ele atacou o argumento de que era preciso fazer a reforma para gerar empregos. “Foi sob essa legislação trabalhista que passamos de um país agrário para uma nação industrial. Chegamos a crescer a taxas chinesas e, há cinco anos, o Brasil teve pleno emprego, tudo isso com essa mesma legislação trabalhista. Era a CLT, que acabou de ser destruída, que estava em vigor. É uma mentira, portanto, dizer que essa legislação impedia a geração de empregos, o que só acontece quando a economia cresce. Não conseguiremos resolver o problema da economia do país com políticas dessa natureza, apenas os problemas da elite”, afirmou Siqueira.

O presidente do PSB destacou ainda que todas as conquistas sociais no mundo foram fruto da luta de trabalhadores, socialistas e comunistas. “Se o capitalista inglês, que deu origem a esse sistema, ressuscitasse hoje, ele não reconheceria o capitalismo. Essas pessoas deram a vida, sofreram torturas, tiveram coragem, mais do que nós, para lutar por esses direitos que hoje estão consagrados”.

“Essas pessoas lutaram pelo respeito ao direito da população LGBT, para tratar o negro de forma igual e para as mulheres participarem da política e terem direito ao voto, é preciso reconhecer isso e resistir a toda tentativa de retroceder”, concluiu.

Confira as imagens do evento no facebook:

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Fonte: Assessoria de Comunicação/PSB Nacional

Deputada Luzia de Paula (PSB) comemora a aprovação do projeto que institui uma Política de Agroecologia e Produção Orgânica no DF

O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou o Projeto de Lei nº 125/2015, de autoria da deputada distrital Luzia de Paula (PSB), que institui a Política de Agroecologia e Produção Orgânica do DF (PAPO/DF).

O PL tem como objetivo a promoção e o incentivo para o desenvolvimento da agroecologia e da produção orgânica locais.

As ações da PAPO/DF serão destinadas prioritariamente a agricultura familiar, aos agricultores urbanos e aos povos e comunidades tradicionais.

Para Luzia, o projeto assegurará a implantação de uma política pública para o setor, por meio da articulação entre conhecimento técnico-cientifico, práticas sociais diversas, saberes e culturas populares e tracionais.

“Devemos levar em conta, além da produção de alimentos para a sociedade, a garantia da elevação da renda das famílias produtoras, sobretudo àquelas que produzem em áreas urbanas e em pequenas propriedades rurais, que representa a maioria dos produtores do DF”, disse a parlamentar.

O projeto segue para a sanção do governador Rodrigo Rollemberg (PSB).

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Fonte: Assessoria Deputada Luzia de Paula

Câmara aprova prosseguimento do processo de impeachment no Senado

PROCESSO DE IMPEACHMENT DE DILMA

A Câmara dos Deputados aprovou neste domingo (17), por 367 votos a favor, 137 contra e sete abstenções, a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Caso o Senado também admita o processo, a presidente será afastada.

A chamada dos deputados seguiu uma ordem de alternância entre bancadas do Norte e do Sul. Dentro de cada estado, a chamada era por ordem alfabética. A primeira bancada a votar foi a de Roraima, seguida pela do Rio Grande do Sul. A última foi a de Alagoas.

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, acompanhou a sessão da Câmara dos Deputados que
vai decidir a admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Siqueira se reuniu com deputados no plenário antes do início da votação.

Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou
arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias.

Na última segunda-feira, a Executiva Nacional do PSB aprovou a orientação favorável ao impeachment.
Em nota, o partido afirma que o relatório apontado pela Comissão Especial do Impeachment constata
crime de responsabilidade cometido pela presidente Dilma Rousseff.

A Bancada do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na Câmara dos Deputados decidiu no 11 de abril,
em reunião com a Presidência Nacional da Legenda, apoiar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O PSB tem se posicionado de forma cristalina perante à sociedade,sua militância e seus dirigentes, diante do país,
sobre a instalação de uma crise sem precedentes,que sabidamente antecede o segundo mandato da atual Presidente,
mas que encontra nele e particularmente na eleição que lhe deu causa, a sua culminância.

“Vencemos uma etapa importante e esperamos que o resultado deste domingo tenha efeito imediato, com o comprometimento do Senado Federal em dar celeridade ao processo, colocando um fim a este período de instabilidade no país”, disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira. “A sociedade está cansada da discussão interminável em torno do impedimento da presidente e espera que os agentes políticos se voltem para a busca de soluções de problemas urgentes, como a retomada do desenvolvimento e a recuperação do emprego e da renda. É hora de pensar no Brasil.”

 

psb camara.

Fonte: G1.globo.com/www.psb40.org.br