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Arquivo: Notícia

Governador Rodrigo Rollemberg (PSB) inaugura o décimo primeiro viaduto do Trevo de Triagem Norte

A entrega das obras do ramo 2L, que liga o Eixinho L à Ponte do Bragueto e ao Eixo Rodoviário L (Eixão) na saída norte, ocorreu nesta sexta-feira (15). A conexão conta com um dos 13 viadutos que fazem parte das obras do Trevo de Triagem Norte.

O custo da estrutura inaugurada nesta sexta-feira (15) foi de R$ 754.631,15, recurso usado em estrutura de concreto moldada no local

Com a entrega, 11 dos viadutos estão concluídos, e cinco, liberados. O custo desse elevado foi de R$ 754.631,15, usados em estrutura de concreto moldada no local.

A obra incluiu ainda terraplanagem, pavimentação, drenagem superficial e com redes enterradas, plantio de grama, defensas metálicas e sinalização vertical e horizontal.

“Estamos entregando a obra em partes. Essas intervenções vão melhorar o trânsito e reduzir o tempo de deslocamento das pessoas”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, na solenidade no local nesta manhã.

Entre os benefícios da obra estão a eliminação de pontos de conflitos na saída norte, a execução de triagem do tráfego e acessos diretos entre o Eixinho L e o Eixão Leste.

“Esse acesso não existia. Antes, o motorista tinha que contornar a L4 para acessar a Ponte do Bragueto. Agora, vai ser direto”, explicou o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF), Márcio Buzar.

O Trevo de Triagem Norte é composto por 16 obras, entre pontes, viadutos e túneis. Somadas às passagens previstas na Ligação Torto-Colorado — construção de uma pista marginal à DF-003 e de novos acessos aos condomínios —, serão 28 intervenções.

Fonte: Agência Brasília

DF está entre unidades da Federação com menor taxa de homicídios

Capital do País é o sexto lugar com menos registros, segundo estudo do Ipea referente a 2016. De acordo com Secretaria da Segurança Pública, programa Viva Brasília ajudou a melhorar índice
O Distrito Federal é a sexta unidade da Federação com a menor taxa de homicídios a cada 100 mil habitantes, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na terça-feira (5). O estudo é referente ao ano de 2016.

Com taxa de 25,5, o DF fica atrás de São Paulo (10,9), de Santa Catarina (14,2), do Piauí (21,8), de Minas Gerais (22) e de Mato Grosso do Sul (25).

Brasília teve uma das maiores quedas de 2011 a 2016. A variação foi de -26,1%, atrás apenas do Espírito Santo, com variação negativa de 32,2%.
De acordo com o subsecretário de Gestão da Informação da Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, Marcelo Durante, a realidade vai contra a percebida no País. A taxa total de homicídios no Brasil é 30,3. De acordo com a análise, essa é a primeira vez na história que se supera a marca de 30 mortes a cada 100 mil habitantes.

Apenas sete unidades federativas apresentam diminuição do indicador. Oito têm aumento inferior a 50%; outras oito, aumento entre 50% e 100%; e quatro apresentam crescimento superior a 100%.

No entanto, a análise publicada pelo Ipea, em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, baseia-se no Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, o que não leva em conta, por exemplo, se são casos de homicídio doloso ou culposo.

Por isso, há uma diferença nos dados apresentados no estudo e nos acompanhados oficialmente pela secretaria. Nos registros internos, a taxa é de 21,5, considerando apenas assassinatos em que o autor teve a intenção de matar. O número foi o menor últimos 23 anos no DF. Em 2017, a taxa de 16,3 foi a menor dos últimos 29 anos.

Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida ajudou a reduzir registros
A integração entre os órgãos de governo com as forças de segurança e a comunidade foi determinante para que o DF alcançasse o resultado, na visão de Durante. A medida é o princípio do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, programa de governo na área de segurança.

“A gente consegue cada vez mais pacificar o ambiente atuando na melhoria dele, em termos de limpeza, iluminação e policiamento”, resume o subsecretário.
A pesquisa ainda apresenta recortes relacionados a faixa etária, sexo e utilização de armas de fogo no crime. Se comparados 2014 e 2016, por exemplo, o DF teve queda em crimes contra jovens de 15 a 29 anos (11,6%) e negros (20,3) e em homicídios praticados com arma de fogo (21,7), que ainda representam o principal meio utilizado para os crimes.

Isso, segundo Marcelo Durante, é resultado de maior inclusão dos jovens com iniciativas como o Viva Brasília nas Escolas. “Os jovens tanto são vítimas como autores”, explica. “Então, é positivo vermos esses dados para perceber que a política de 2014 para cá está tendo impacto.”

Veja resumo dos dados da pesquisa divulgada pelo Ipea sobre homicídios nos estados e no DF.

Fonte: Agência Brasília

Ministério Público do DF questiona legalidade de propaganda em área tombada

Ministério Público do DF questiona legalidade de propaganda em área tombada

Promotores identificaram que o uso dos equipamentos viola a legislação. A estrutura do site Metrópoles, do senador cassado Luiz Estevão, que cumpre pena na Papuda, continua sendo removida pela Agefis e pelos Bombeiros.

As estruturas de propaganda instaladas em prédios da área central de Brasília devem se restringir à identificação do edifício ou dos órgãos e entidades que funcionam no local. A veiculação de anúncios nas fachadas é proibida. Essa determinação consta do Plano Diretor de Publicidade da área tombada e embasa uma investigação em curso no Ministério Público do Distrito Federal. No fim de semana, servidores da Agência de Fiscalização do DF (Agefis) retiraram um painel de lona e começaram a fazer a remoção de um gigantesco painel luminoso instalado irregularmente para veicular publicidade no Setor Bancário Sul. Ontem, os fiscais fizeram a remoção de 18 das 156 peças de led que compõem a estrutura. Os aparelhos foram transportados para fora do prédio com a ajuda de cordas de rapel.

O MP abriu procedimento para analisar a legalidade do painel luminoso do Setor Bancário Sul. Um parecer técnico elaborado por duas arquitetas em março atestou que “o tipo de propaganda veiculado não se restringe ao estipulado na lei”. Ainda de acordo com o documento, o problema “não é um caso isolado, haja vista os diversos tipos de propaganda transmitidos em outdoors, além de outros painéis luminosos, de modo recorrente”. A estrutura publicitária pertence ao site Metrópoles, de propriedade do senador cassado e empresário Luiz Estevão, que cumpre pena de 26 anos de prisão na Papuda. O aparelho luminoso de propaganda foi instalado no Edifício Marita Martins — nome da mãe de criação do ex-parlamentar.

Com base no documento, a promotora Marilda dos Reis Fontinele, da 4ª Promotoria de Defesa da Ordem Urbanística do Ministério Público do DF apontou irregularidades na estrutura publicitária luminosa. “No local onde foi instalado o painel são permitidas tão somente propagandas para identificação dos estabelecimentos instalados na edificação com ou sem patrocinador e as que identificam o edifício dos órgãos ou das entidades”, diz a promotora, no documento, fazendo menção à lei do Plano Diretor de Publicidade da área tombada. “A legislação fixa um limite de percentual máximo de 60% da área da fachada de edificações sem janelas ou abertas, com profundidade máxima de 0,5 metro, altura mínima livre de 2,5 metros, com projeto único para licenciamento”.

Bombeiros
A operação de retirada dos engenhos publicitários contou com apoio do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. As estruturas contrariam o Plano Diretor de Publicidade da área tombada. Segundo a Lei 3.035/2002, nos lotes edificados das entrequadras norte e sul, bem como dos setores de Administração Federal, Autarquias, Bancário, Comercial e Hoteleiro só pode haver a identificação dos edifícios e dos órgãos e empresas ali instalados.

No total, seis painéis devem ser retirados, mas o cronograma é sigiloso. Até agora, só foi possível retirar um por completo: uma estrutura de lona, da empresa Embratel. Além de não ter licença para instalar o engenho publicitário no local, a companhia descumpriu notificação anterior, e a publicidade ainda obstruía janelas.

Já o equipamento luminoso do site Metrópoles exige mais cautela pela dimensão — 253 metros quadrados —, e pela fiação elétrica usada. Além disso, foi necessária uma ordem judicial para liberar a entrada dos fiscais no prédio.

A empresa recorreu à Justiça para tentar impedir a remoção e a apreensão do material, mas, ontem, a desembargadora Ana Maria Amarante negou a liminar. “Cabe ao agravante demonstrar a ilegalidade dos atos da Agefis”, argumentou a magistrada.

O procurador-geral da Agefis, André Ávila, afirma que “a legalidade é um valor que todos devem perseguir”. “É uma área que faz parte de um patrimônio cultural e essas publicidades causam poluição visual que impacta a cidade”. Segundo ele, o órgão recorreu às vias administrativas, com notificação e, posteriormente, à aplicação de multa. “Agora, estamos na terceira medida, que é a apreensão do material, porque a administração se pauta pela lei, pelo processo, e pela proporcionalidade. Houve uma gradação de medidas”, garante Ávila.

A Agência de Fiscalização divulgou nota detalhando a operação. Segundo o GDF, a Administração de Brasília concedeu a licença para a instalação do equipamento, mas ele foi utilizado à revelia da legislação. “No curso do processo de licenciamento, a empresa requerente da licença se comprometeu ao uso adequado do meio de propaganda, qual seja, a divulgação estritamente do nome do edifício e dos nomes dos estabelecimentos nele instalados — e não do nome de seus produtos e serviços — , razão pela qual fora advertida e multada”. “A exploração econômica ilegal de espaços de Brasília mediante propaganda de produtos e serviços rende milhares de reais aos grileiros de nossa paisagem urbana”, finalizou a nota da agência.

Defesa da cidade
O Governo do Distrito Federal declarou, em nota, que o objetivo da operação é o de preservar a cidade e impedir que a ilegalidade vigore. Além disso, o GDF ressaltou que, durante o ano de 2017, também foram retiradas as propagandas irregulares de médio e de grande portes de Sobradinho, Sudoeste, Águas Claras e em diversas cidades do DF. De acordo com a Agefis, até hoje, já foram realizadas 481 autuações.

O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU-DF), o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB-DF) e o Movimento Urbanistas por Brasília (UpBsB) divulgaram uma nota conjunta (leia abaixo o documento na íntegra) se posicionando sobre a retirada das peças publicitárias. Em um dos trechos, as entidades destacam que “o direito de comunicação, de veiculação e de manifestação de opinião deve atender à sociedade, principalmente quando estes ocorrem em espaços públicos. Somos a favor da imprensa livre e da manifestação total e irrestrita de opiniões, mas o direito particular não deve se sobrepor a prerrogativas sociais. A instalação de painéis nas empenas dos edifícios na Asa Sul usurpa tais prerrogativas e deturpa os entendimentos da lei”.

Íntegra da nota do CAU, IAB e Urbanistas por Brasília
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Distrito Federal (CAU/DF), o Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento do Distrito Federal (IAB/DF) e o Movimento Urbanistas por Brasília (UpBsB) vêm a público colocar seu entendimento conjunto a respeito da recente polêmica acerca da retirada dos painéis publicitários instalados nas empenas de diversos edifícios em Brasília.

“Arquitetura da persuasão”. Assim Robert Venturi, no livro Aprendendo com Las Vegas, explica o início e o crescimento de propagandas em supermercados e lojas até chegar nas ruas da cidade.

A poluição visual de Las Vegas tem conexão com seu desenvolvimento, com sua história e faz sentido dentro da dinâmica da cidade. Times Square e seus luminosos de alta definição refletem seu poderio econômico e expõem, além de propaganda, dados do mercado financeiro. Qual a relação desses luminosos urbanos com Brasília? Quase nenhuma!

Quase…

Nova Iorque e Las Vegas têm regras claras de proliferação de propaganda em empenas, edifícios e “outdoors”. Lá, assim como aqui, não é possível colocar propaganda em áreas não previstas em lei.

O Setor de Diversões Norte, conhecido como Conjunto Nacional, e o Setor de Diversões Sul, conhecido como CONIC, foram espaços criados com esse intuito. Lucio Costa previu a utilização de grandes letreiros luminosos nas fachadas destes edifícios, trazendo um pouco da estética do exagero e do excesso à comportada Brasília. Esse controle tem o intuito simples e objetivo de proteger a sociedade da poluição visual causada pelo excesso de veiculação comercial em áreas urbanas.
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Em Brasília, a Lei no. 3.035/2002 do Plano Diretor de Publicidade Lei, regulamentada pelo Decreto no. 28.134/2007, explica como a propaganda pode ocorrer. A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (AGEFIS) está, desde sábado, fazendo cumprir a lei que impede a fixação de propaganda tal qual ocorre no Setor Comercial Sul e Setor Bancário Sul. Vimos, portanto, através deste documento, manifestar o apoio à ação fiscalizadora e ordenadora da Agência e corroborar com ações que mantenham a integridade urbanística desta cidade Patrimônio Cultural da Humanidade.

Ressaltamos que nada temos contra os anúncios publicitários, contanto que atendam à legislação existente e que sejam observados parâmetros mínimos de civilidade para que a poluição visual não seja naturalizada e se torne regra de conduta em nossa cidade.

O direito de comunicação, de veiculação e de manifestação de opinião deve atender à sociedade, principalmente quando estes ocorrem em espaços públicos. Somos a favor da imprensa livre e da manifestação total e irrestrita de opiniões, mas o direito particular não deve se sobrepor a prerrogativas sociais. A instalação de painéis nas empenas dos edifícios na Asa Sul usurpa tais prerrogativas e deturpa os entendimentos da lei.

O título de Patrimônio Cultural da Humanidade impõe a Brasília um condicionante adicional ao seu planejamento, desenvolvimento e gestão: assegurar a integridade das características que conferem tal distinção. As disputas políticas menores, em especial as que tem por pano de fundo as efemeridades do período eleitoral, devem passar ao largo dos princípios estruturantes que formam na sociedade sua consciência de cidadania, neste caso, sua formação cultural.

Fonte: Correio Braziliense

Nota de repúdio

A união de forças ocultas ao governo Rodrigo Rollemberg em torno da falsa acusação de “censura à imprensa” antecipa como será o período eleitoral de outubro. O estrito cumprimento da lei causa insônia aos partidos políticos que estão acostumados a viver no submundo da ilegalidade. Defendemos tão somente a preservação do patrimônio de Brasília. É inegável que a poluição visual fere o tombamento da cidade e descumpre a lei.
Num passado recente, o governo federal retirou das empenas publicidade que poluía nosso importante cartão-postal.

Estamos diante de dois projetos distintos. De um lado, um governo socialista que não sofreu acusação de corrupção, que tirou Brasília das páginas policiais e respeita e cumpre as leis, como a que determinou a retirada do painel ilegal. Referendado pelo Poder Judiciário, o Governo de Brasília combate com firmeza a grilagem de terra e a ocupação desordenada do solo.

De outro lado, vemos uma associação criminosa espúria, que reúne forças políticas que ao longo das últimas décadas destruíram Brasília e tem lideranças denunciadas em operações policiais – muitos habitantes de penitenciárias. Agora, essas forças receberam o aval de partidos que se autoproclamam de “esquerda” e que emprestam sua história a grupos envolvidos com a corrupção.

Sobre a suposta acusação de censura, nada é mais falso e leviano. Trata-se de uma ação de fiscalização que tem o objetivo de preservar Brasília como patrimônio público. Quem estiver contra ela descumpre deliberadamente a lei.

O PSB continua articulando com partidos que querem a continuidade da normalização da vida política da cidade, do respeito às leis e ao conserto definitivo das contas públicas. Não sabemos se é a união de onze partidos ou se é um sindicato de presidiários.

Diretorio do PSB/DF

 

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Criminalidade cai, e número de homicídios em abril é o menor em 13 anos

O balanço da criminalidade no Distrito Federal mostrou redução em vários indicadores, em abril, e apontou o número de homicídios (38) como o menor para o mês desde 2005. Houve queda também nos índices de roubo de celulares e de roubo em transportes públicos.

De modo geral, os dados, divulgados nesta segunda-feira (7) pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social, reforçam a tendência de diminuição significativa da violência e dos crimes contra o patrimônio.

O levantamento também comparou os quatros primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2017. No caso dos assassinatos, foram registrados 159, contra 179 (-11,2%) no mesmo período do ano passado.

De acordo com a projeção da pasta, 2018 mantém reais condições de chegar a dezembro com uma taxa de 14,5 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, uma das menores do Brasil e quase 2 pontos percentuais inferior à registrada em 2017 (16,3).

A taxa dos crimes violentos letais intencionais, que inclui as notificações de latrocínio e de lesão corporal seguida de morte, caiu 9,9% no acumulado janeiro/abril.

Ao avaliar os resultados alcançados pelo programa Viva Brasília, a conclusão da pasta é positiva. “Nossa meta é reduzir os homicídios em 6% a cada ano”, estimou o secretário da Segurança Pública e da Paz Social, Cristiano Sampaio.

Ele calculou que a redução de 9,9% na violência letal, maior do que a prevista, aponta para uma diminuição de 1,8% ao mês ao longo do ano. “Pode-se estimar que 574 vidas foram preservadas entre janeiro de 2015 e abril de 2018”, calculou.

Crimes contra o patrimônio também caem

A média dos percentuais dos crimes contra o patrimônio, tais como roubos a pedestres (-6,9%), de veículos (-5%), em transporte coletivo (-24,2%), em comércio (-10,6%), em residências (-34,9%) e em veículos (-12,9%), ficou 9,4% abaixo quando comparada à de abril de 2017.

O total de aparelhos celulares roubados e furtados também apresentou significativa redução. Foram 3.533 unidades a menos no acumulado 2018, o equivalente a 17,4% menos em comparação com 2017.

Para o diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba, o resultado reflete o desempenho do programa Fora da Rede, voltado ao combate do comércio ilegal dos aparelhos. “É um avanço no sentido de desestimular os assaltos. Quem compra é tão criminoso quanto quem rouba”, comparou o diretor-geral.

O acumulado dos crimes contra o patrimônio entre janeiro e abril deste ano, comparado com o mesmo período de 2017, foi 17% menor. Porém, o secretário Cristiano Sampaio reconhece que a redução da criminalidade ainda não repercutiu na população no que se refere à percepção da violência.

“Nem sempre ela é percebida pela sociedade. Nossa primeira preocupação é a de educar. As pessoas precisam saber que o crime está reduzindo. É um processo de cultura, de educação e de informação”.

Violência sexual também mostra redução

Os casos de estupros em abril deste ano foram 45,8% menores que os de 2017 – 39 contra 72.

A comparação do acumulado no primeiro quadrimestre também resultou em diminuição de 17,9% (193 contra 235). E as mulheres são as maiores vítimas, com 86% dos casos.

Já as mortes no trânsito contrariaram a tendência. Foram 34 em abril deste ano, contra 19 em 2017. O diretor do Detran, Silvain Fonseca, acredita que o período das chuvas prolongado e em maior volume quando comparado com o ano passado justifica o aumento.

fonte: Agência Brasília

Resposta Conjunta do PSB aos Partidos Políticos

Resposta Conjunta do PSB aos Partidos Políticos !!

A ”coligação do dia” o arranjo partidário que pretende disputar a eleição para o Palácio do Buriti, sai em defesa do Vice-Governador adotando a mesma postura dele.

Mente, agride e ataca o governador Rodrigo Rollemberg só por escusos interesses eleitorais e oportunistas.

Chamar de “desabafo sincero” a fala do Vice-Governador em texto lido, em plenário, é no mínimo ofender a inteligência dos brasilienses e da mídia .

Mais incrível ainda, o suposto desabafo dele vir nesse momento político.

Ele esperou mais de três anos para denunciar o suposto preconceito, o que revela o seu oportunismo político, talvez querendo embarcar na justa luta de quem de fato sofre discriminação.

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Nota de Repúdio

Nota de Repúdio

A Negritude Socialista Brasileira do Distrito Federal vem a público afirmar seu total repúdio à fala do vice-governador, Renato Santana, na manhã desta segunda-feira (23) em sessão solene na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Santana, em tentativa desesperada de assegurar algum capital político que possa ter lhe restado, acusa o governador Rodrigo Rollemberg de lhe perseguir por ser negro e morador da Ceilândia.

Nós, que acompanhamos de perto as ações do governo na Ceilândia perguntamos: onde estava esse morador tão ilustre que NUNCA acompanhou uma visita do governador às obras de urbanização do Sol Nascente? Obras essas que são prioridades para a gestão Rollemberg? Obras que trazem dignidade, segurança, saúde à população? Onde estava o morador orgulhoso quando enchentes geraram transtornos à população do local e esteve o governador às 6h da manhã organizando força-tarefa no local, acompanhando os trabalhos e cobrando das equipes agilidade no atendimento? Na Ceilândia não estava. Rollemberg sim, sua equipe sim. Nós estávamos.

É lamentável que o primeiro negro a alçar um cargo de tamanha importância no Distrito Federal, utilize a cor de sua pele para justificar problemas políticos criados pela sua própria incapacidade de romper com a velha política e entender que faz parte de uma gestão honesta, que pratica a boa política, seja com a CLDF, com os sindicatos, com a população ou com quaisquer outros grupos.

Temos plena consciência que ainda temos muito a avançar no que diz respeito às políticas de igualdade racial em nossa cidade. Porém, e o vice-governador saberia disso se por algum momento tivesse se interessado, muito foi feito. E foi feito por termos um gestor comprometido com a luta, que senta à mesa com homens e mulheres de axé, comunidades quilombolas, indígenas, ciganos, e tantos outros.

A fala de Santana é um desserviço à comunidade negra que há séculos luta para garantir igualdade. Nós que realizamos, diariamente, o debate racial nos diversos espaços somos atacados com acusações de sermos vitimistas e temos que desconstruir a falácia da meritrocracia a cada instante. Acusações falsas, em véspera de eleições, com claros objetivos eleitoreiros, são percebidas de longe e dão margem para que, os que ainda não tomaram consciência da realidade da população negra no Brasil, desfiram seus ataques a todos nós e as políticas que lutamos muito para que fossem implementadas.

Ainda não é tarde, vice-governador. A consciência e o respeito às lutas são construídos ao longo das nossas vidas e acreditamos que ainda possa se apoderar delas.

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Governador Rodrigo Rollemberg (PSB) inaugura Central de Quimioterapia do Hospital de Taguatinga que atenderá toda a rede pública

A Central de Quimioterapia do Hospital Regional de Taguatinga — inaugurada nesta sexta-feira (20) — atenderá toda a rede pública do Distrito Federal. No local, a equipe vai preparar soluções quimioterápicas conforme a prescrição indicada para cada paciente.
A estimativa é que sejam feitas cerca de 140 preparações por dia. A central funcionará diariamente: de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas e, aos sábados e domingos, das 7 às 13 horas.

Requisitadas pelos hospitais públicos, as soluções são entregues a responsáveis das unidades. Não há atendimento direto aos usuários da rede, pois esse tipo de medicação é administrado dentro das unidades.
“Estamos entregando a reforma deste espaço com todas as condições sanitárias que vão permitir a preparação de medicamentos quimioterápicos todos os dias no Hospital Regional de Taguatinga”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, durante visita à central nesta manhã.
Ele ressaltou os avanços na Saúde que beneficiam diretamente pessoas com câncer no DF. “Zeramos a fila de mamografia e estamos reduzindo a de radioterapia. Com a ampliação do atendimento quimioterápico, garantimos a qualidade do atendimento a esses pacientes.”

O secretário de Saúde, Humberto Fonseca, sintetizou a importância do novo centro. “Significa mais possibilidade de darmos o tratamento para as pessoas com câncer”, disse.

Farmacêutica no hospital, Eva Fontes explica que as medicações são manipuladas para atender à dosagem específica. “É calculada pelos médicos de acordo com o estágio da doença, peso, altura de cada paciente e outros fatores. A medicação vem concentrada, diluímos [na dosagem prescrita] para ser administrada.”

As soluções produzidas atendem, por exemplo, setores de oncologia, hematologia, aids, doenças autoimunes e reumatologia.

O espaço da Central de Quimioterapia do hospital atende às normas da legislação sanitária vigente. Além de ter a aprovação da Vigilância Sanitária do DF, ele é credenciado pelo Ministério da Saúde como unidade de alta complexidade.

A equipe é composta por seis farmacêuticos, dois técnicos de enfermagem e um auxiliar operacional de serviços diversos na área de farmácia.

O investimento total foi de R$ 1,19 milhão. A maior parte do dinheiro veio da Universidade Católica de Brasília, que usa o hospital para ensino e pesquisa. Como contrapartida, a instituição destina recursos para a unidade: nesse caso, foram R$ 700 mil.

Outros R$ 90 mil são provenientes de emenda parlamentar, destinados para a compra de geladeiras para guardar medicamentos. Os R$ 400 mil restantes são da própria Secretaria de Saúde, usados para manutenção predial.

Estrutura da Central de Quimioterapia
A central é formada por cinco salas interligadas por portas e cabines que funcionam com sistema de intertravamento. Isso significa que uma porta só abre quando a outra está fechada. O mecanismo é uma dupla proteção: para controle de acesso de pessoas e para impedir contaminação.

A primeira sala é de atividade administrativa e de armazenagem — o caminho da medicação começa e termina por ela. Por uma cabine de passagem, os funcionários que estão nesse ambiente encaminham os materiais que precisam ser manipulados com as respectivas prescrições.

Dessa maneira, os materiais chegam à equipe que está na sala de higienização e desinfecção — para chegar até ela, os profissionais passam primeiro pela sala de paramentação inicial, onde lavam as mãos e vestem equipamentos adequados, como proteção nos pés.

Na higienização, os materiais — como as embalagens de soro — são limpos e depois transferidos para a sala de manipulação. Para isso, entre as duas, há outra cabine de passagem.
Para acessar o ambiente onde os quimioterápicos são de fato preparados, é preciso passar pela sala de paramentação para a manipulação.

Nesse local, há equipamentos como máscara e macacão impermeável, além de lava-olhos e chuveiro. Isso é necessário, pois o tipo de medicamento manipulado oferece riscos em caso de contato direto.

Na área de manipulação, há duas cabines de fluxo laminar Classe II B2, onde se preparam as soluções. Esses compartimentos oferecem proteção tanto para o operador quanto para o produto e são adequados para o trabalho.

Quando prontas, as soluções retornam à sala administrativa e de armazenagem, onde ficam guardadas para retirada. No local, há armários para medicamentos e materiais de consumo, refrigerador exclusivo para quimioterápicos e computador com impressora para identificação dos medicamentos.

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Fonte: Agência Brasília

Governo de Brasília inaugura primeiro Hospital Veterinário Público

O Distrito Federal ganhou seu primeiro Hospital Veterinário Público (HVEP). O prédio funcionará no Parque Lago do Cortado, em Taguatinga, e oferecerá serviços gratuitos aos animais de famílias de baixa renda, inscritas em programas sociais do governo local e sob a guarda do Centro de Controle de Zoonoses ou de abrigos da cidade, além daqueles vítimas de maus-tratos.

As novas instalações foram inauguradas nesta quinta-feira (5) pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB).  Na oportunidade, ele destacou que o local é importante por uma questão de zoonose e também emocional, visto que as pessoas têm apego aos animais. “Esta é uma reivindicação antiga que vai beneficiar a população, especialmente as famílias carentes, que não têm poder aquisitivo e não tinham para onde levar seus animais”, afirmou.

Com 540 metros quadrados, a estrutura foi construída pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e terá condições de atender 400 casos diários, com capacidade máxima. A gestão do local ficará a cargo da Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), instituição com sede em São Paulo e que administra outros quatro hospitais públicos veterinários no Estado.

Consultas, cirurgias, medicações, exames laboratoriais e de imagens, internação e outros tratamentos para cães e gatos, exceto castrações, estão entre os serviços disponibilizados no hospital. A previsão é que sejam atendidos, inicialmente, cerca de 30 a 50 animais por dia.

De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 507.170 cães e 122.097 gatos no DF. Considerada a população de 3.039.444 do DF, segundo levantamento de 2017, a proporção é de 4,83 proprietários por animal.

Outro levantamento do órgão, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), mostra que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo.

São 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. A população de gatos se multiplica em maior proporção e deve predominar em menos de dez anos, alerta o estudo.

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Com informações do PSB Nacional